- Mil milhões de dólares de resultado líquido, que incluem 380 milhões de ajustes de provisões previamente anunciados.
- A margem EBIT, excluindo os ajustes de provisões, dentro dos limites do objectivo de 11 a 16 por cento.
- O Cash Flow operacional ascendeu a 1.300 milhões de dólares graças à redução dos stocks e à melhoria das cobranças pendentes.
- As encomendas diminuiram cerca de 10%, apesar dos grandes contratos de infraestruturas eléctricas.
Zurique, Suíça, 29 de Outubro de 2009. A ABB anunciou um resultado líquido no terceiro trimestre de 1.000 milhões de dólares, que inclui os 380 milhões de ajustes de provisões previamente anunciados. O resultado líquido de exploração (EBIT) foi de 1.400 milhões de dólares.
As encomendas baixaram para 7.100 milhões de dólares, o que equivale a uma redução em moedas locais de 15 por cento, ao passo que a facturação se reduziu para 7.900 milhões de dólares, cerca de 5 por cento inferior em moedas locais (os comentários sobre os resultados referem-se aos obtidos em moedas locais, os valores em dólares indicam-se na tabela de resultados em anexo). Os investimentos em redes eléctricas continuaram a crescer, mas a redução da procura de produtos de ciclos mais curtos nos mercados industriais produziu uma diminuição de 23 por cento nas encomendas base, em moedas locais (abaixo dos 15 milhões de dólares). A diminuição do volume de contratação também é consequência da redução de preços provocada pelo abaixamento dos custos das matérias primas e da contratação da procura. A proporção da contratação procedente dos mercados emergentes aumentou para 55 por cento.
O EBIT foi afectado de forma positiva pelos ajustes de provisões previamente anunciados, e pelo preço de mercado das operações compensatórias. Os custos derivados das reestruturações ascenderam a 40 milhões de dólares.
Excluindo estes factores, tanto o EBIT como a margem EBIT foram inferiores aos do mesmo trimestre do ano anterior, como consequência, sobretudo, da alteração dos pesos relativos das diferentes divisões, da diminuição da capacidade utilizada, e dos preços mais baixos nos negócio de ciclo curto. O impacto destes factores foi parcialmente compensado pelo plano de redução de custos posto em marcha pela ABB, que produziu, no trimestre, poupanças na ordem dos 500 milhões de dólares.
O resultado líquido de 1.000 milhões de dólares inclui os 380 milhões positivos dos ajustes anunciados anteriormente. O Cash Flow operacional foi de 1.300 milhões de dólares, graças à importante redução dos stocks, e das cobranças pendentes.
Joe Hogan, CEO da ABB, comentou estes resultados: "No terceiro trimestre fizemos um bom trabalho para melhorar a liquidez, e conseguimos manter a margem de EBIT dentro dos objectivos pretendidos, graças à execução da carteira de encomendas dentro dos prazos, e ao avanço do plano de redução de custos. A tendência das encomendas foi a continuação da que vimos no segundo trimestre, mantendo-se a procura nas áreas de petróleo e gás, e a redução das encomendas base nos mercados industriais. Continuaremos a trabalhar para conter os custos de acordo com a procura do mercado, mas, ao mesmo tempo, seremos agressivos no que respeita às grandes oportunidades de crescimento em infraestruturas eléctricas, energias renováveis, eficiência energética e mercados emergentes.
Principais indicadores do terceiro trimestre de 2009:
| Milhões de dólares salvo indicação em contrário | T3 09 | T3 08 | Variação |
 | | | USD | Local |
| Encomendas | 7.060 | 8.885 | -21% | -15% |
| Carteira (fim de Setembro) | 26.159 | 27.211 | -4% | -4% |
| Facturação | 7.910 | 8.791 | -10% | -5% |
| EBIT | 1.419 | 1.291 | 10% | |
| em % de facturação | 17,9% | 14,7% | | |
| Resultado Líquido | 1.034 | 927 | 12% | |
| Resultado por acção (USD) | 0,45 | 0,41 | | |
| Cash Flow operacional | 1.281 | 1.121 | | |
Ver link à direita para comunicado de imprensa completo (em inglês).